Esta é uma questão para nossas antepassadas do Grande Continente da Terra, que abriga as Ásias, Áfricas e Europas; e é para quem considerar o fato de, neste continente onde vivemos, termos o mesmo fenótipo (entre os povos que já o habitavam antes da monarquias chegarem aqui), e precedermos a fundamentos compartilhados, do mais extremo norte ao mais extremo sul do planeta, como o respeito humano às diversidades; e também, o fato de não termos objetos arqueológicos para identificação de exércitos de escravizadores, como o que aconteceu pelas Ásias, Áfricas e Europas; e ainda, sobretudo, seguindo o pensamento indígena, ou seja, partindo do Entendimento que a Humanidade é parte de um conjunto de relações em Existência. Portanto, existimos e nosso princípio e fim é o mesmo que o do Cosmos. Por haver diferença entre as formas de economia entre os continentes, a apresentamos nossa vida, que é outra vida, outra economia, portanto, OUTRA LEI.
Partindo deste Entendimento, destacado pela excelência de sua importância para nós, o que amplia e aprofunda o debate, superemos, por todos os povos da Humanidade, a condição de canibalismo-escravidão, hegemônica e herdada de nossas antepassadas chegadas há 524 anos. É a herança genética e política de Nossas Ancestrais Indígenas, que define nossa condição: somos todos os povos da Humanidade na mesma carne.
Partindo deste Entendimento, destacado pela excelência de sua importância para nós, o que amplia e aprofunda o debate, superemos, por todos os povos da Humanidade, a condição de canibalismo-escravidão, hegemônica e herdada de nossas antepassadas chegadas há 524 anos. É a herança genética e política de Nossas Ancestrais Indígenas, que define nossa condição: somos todos os povos da Humanidade na mesma carne.
Este é um projeto para nossas vidas, acolhido e cultivado pelo modo de vida eleito pelos povos deste continente, desde a chegada das outras humanidades, 524 anos atrás, até o presente, verificamos entre os povos, indígenas e migrantes, os mesmos preceitos, o mesmo modo de orientar a economia para as relações humanas, o que persegue a relação econômica sobre outros recursos da Terra.
Meu Povo é meu DEUS, Nós somos todos os povos da Humanidade misturados na mesma carne.
Nossa liberdade é o maior e melhor feito de nossa história. Esta afirmação é referência para a atual condição de escravidão que vivemos, ou seja: escravas/os não decidem as leis que governam suas próprias vidas. Parto do entendimento de que vivemos como escravas/os, pois não fazemos as leis que nos governam. E de onde vem isso? Como começou?
DE ONDE VEM A ECONOMIA DA ESCRAVIDÃO?
My People is my God. We are all people of Humanity mixed in the same flesh. https://www.facebook.com/groups/OUTRALEI/ Seguindo a Lei 9.709, que define que alcançamos Soberania Popular a partir da assinatura de 1% do eleitorado nacional, ou seja, aproximadamente, hoje, um milhão de assinaturas de brasileiras/os com registro no Tribunal Superior Eleitoral, e considerando que as repúblicas da "representação política" surgem como uma versão menos violenta das monarquias, e as monarquias foram uma versão menos violenta dos impérios, apresento a economia da escravidão iniciada como um canibalismo de fato, ou seja, os povo que não se reconheciam como sendo da mesma espécie, em algum momento, devem ter caçado e devorado os povos diferentes, mais fracos, o que facilmente se converteria em escravização a partir da convivência, o que deve possibilitar a identificação e submissão dos animais capturados.
Vemos até hoje em seqüência formas cada vez menos violentas de consumo da vida humana até a morte. Tudo seguindo o mesmo pressuposto de que uns eram superiores e se julgavam com direito de consumir a vida alheia, não se reconheciam como iguais. Por fim, como acontece hoje, o consumo da vida humana por submissão e motivo de grupos que apoiam sua existência numa diferença étnica excludente, quer seja por noções de "raça", ou "cultura", das caçadas às guerras, o sucesso das caçadas, ou a vitória em disputas pela força alcançavam o direito sobre a escravização dos inferiores pelos canibais-superiores. Isso é economia, a mais monstruosa forma de economia vivida pela Humanidade. E a auto destruição está afinada com a ignorância sobre a vida da Terra enquanto ecossistema, relações que divergem significativamente entre nossas ancestrais indígenas.
Para nossa proposta sobre a legalização de uma espécie vegetal por lei ancestral indígena e afro, damos especial atenção para a criminalização de "entorpecentes", conforme definida por relações econômicas de grupos dominantes para a economia internacional do início do séc XX. Nossa proposta portanto, para apontar 3 relações fundamentais, infere sobre a economia pela ascensão econômica de nossa nação, apresenta um projeto político para a transformação das relações políticas em nosso Brasil, afirma relações internacionais fundamentais para Nosso Continente Ancestral Indígena e África. Esta é a primeira lei apresentada, nossa proposta; é um projeto político para a vida do Estado Brasileiro, onde os povos do Brasil assumam o poder sobre as leis que regem nossas vidas, e, finalmente, nos libertemos da condição que nos escraviza, e passemos a criar e aprovar nossas leis.
A criminalização atual em nosso país tem como marco referencial o Decreto 891 de 1938. Este decreto é elaborado obedecendo a acordos internacionais entre as duas "grandes guerras" européias, produzidas por sentimentos de "superioridade étnica" como uma desgraça que acompanha aqueles povos, humilhados por outros (veja o vídeo, explica sobre o acordo de 1936). Ou seja, o "espírito" da "superioridade-canibal" produziu as guerras entre os povos da Europa, se alastrou pelo mundo, e os vencedores da segunda guerra foram os mesmo que defenderam, especialmente, a criminalização da Cannabis, os EUA apoiados pelos "representantes" do Brasil, entre outros, eram contrariados pela Alemanha, que defendia a legalidade da planta no mundo. Essa economia, até hoje dominante, nos afeta hoje, de maneiras diversas.
Considerando que esse sistema de escravização-canibal foi trazido pelas monarquias, seguindo as relações apresentadas, é evidente imaginar que os povos do Grande Continente (Ásia, África, Europa), desenvolveram a escravidão em relação a um canibalismo de fato, o uso da carne humana como alimento; e, observando as transformações da economia do canibalismo ao longo desses últimos 5 ou 10 mil anos para a emergência dos impérios, os "superiores" passaram a consumir a vida humana exclusivamente na forma de escravidão, o que deve ser entendido como "evolução" de um canibalismo da "pré-história" da Ásia, África e Europa, uma versão menos violenta.
Temos também alguns indicadores de canibalização dos povos nos relatos da tradição dos leões devorando pessoas, assim como, as guerras ininterruptas no Oriente Médio desde, pelo menos, 5 mil anos atrás (uma verdadeira chacina-canibal contra povos), assim como, as bruxas e hereges queimadas e torturadas em praça pública, ou o sangue dos "inferiores" sendo bebido ainda nos pescoços sem cabeça, como contam os nórdicos sobre os romanos. Tudo isso indica a prática de um canibalismo nos primórdios das disputas entre aqueles povos excludentes.
Nossa proposta é superar o que entendo ser a última etapa desse sistema de escravidão, ou seja, A GARANTIA CONSTITUCIONAL DO DIREITO INDIVIDUAL DE VOZ E VOTO PARA NOSSAS LEIS, O GOVERNO DE NOSSOS RECURSOS E DE NOSSOS SERVIÇOS PÚBLICOS.
Hoje temos o direito de apresentar leis de iniciativa popular, conforme é garantido pela Constituição Brasileira, Art. 14.
Temos também alguns indicadores de canibalização dos povos nos relatos da tradição dos leões devorando pessoas, assim como, as guerras ininterruptas no Oriente Médio desde, pelo menos, 5 mil anos atrás (uma verdadeira chacina-canibal contra povos), assim como, as bruxas e hereges queimadas e torturadas em praça pública, ou o sangue dos "inferiores" sendo bebido ainda nos pescoços sem cabeça, como contam os nórdicos sobre os romanos. Tudo isso indica a prática de um canibalismo nos primórdios das disputas entre aqueles povos excludentes.
Nossa proposta é superar o que entendo ser a última etapa desse sistema de escravidão, ou seja, A GARANTIA CONSTITUCIONAL DO DIREITO INDIVIDUAL DE VOZ E VOTO PARA NOSSAS LEIS, O GOVERNO DE NOSSOS RECURSOS E DE NOSSOS SERVIÇOS PÚBLICOS.
Hoje temos o direito de apresentar leis de iniciativa popular, conforme é garantido pela Constituição Brasileira, Art. 14.
Esta é nossa primeira lei de iniciativa popular.
https://drive.google.com/file/d/0B9zZSgYguE-rOGQtejlTZHdhcDg/view?pref=2&pli=1 (em PDF)Estalecidas as relações necessárias para alcançar um milhão de assinaturas, devemos exigir que o Tribunal Superior Eleitoral - TSE assuma a responsabilidade do acesso a assinaturas online, a partir de senha individual, quero dizer, a pessoa possui um registro de senha no TSE e suas assinaturas permanecem visíveis para constante consulta popular. A parte da segurança, para sistemas com senhas, já é utilizada por bancos.
https://www.facebook.com/Marcha-XINGU-Poder-Ancestral-do-Povo-Brasileiro-OUTRA-LEI-220289848041827/
https://www.facebook.com/OUTRA-LEI-Parada-Da-BEMconha-128827884132997/
São diferentes formas de consumo da vida humana, e nossas ancestrais indígenas explicitam essa marca econômica, como por exemplo explicam os Yanomami, sobre os "devoradores da carne Yanomami", os napëpë, traduzível pela palavra "inimigos", mataram de diversas formas, por ouro, por madeira, por sexo, por escravização, e Yanomami significa ser humano. ou seja, trata-se de uma economia-canibal que se apresenta de diferentes formas, culminando no GENOCÍDIO contra os povos, que também se apresenta de diversas formas durante esses últimos 524 anos, neste continente ancestral.
Meu Deus é meu Povo.
Ainda vivemos um sistema de consumo da vida humana como estratégia econômica, portanto, somos escravas, e somos canibalizadas. Porém, hoje, a escravidão se apresenta em forma de submissão à exploração pelo sistema de "representação política". O sistema político acompanha o sistema econômico, cria as leis para a exploração, é a economia que define nossa condição.
MEU DEUS É MEU POVO.
Quero dizer, por favor, deixem de se comportar como escravas, existem pessoas que precisam viver como mulheres e homens livres, e nós somos o mesmo povo, submetido a leis impostas, nossas assinaturas tem o poder de decisão de uma pessoa, pois não existe "representação política" numa lei de iniciativa popular, portanto, nós precisamos de VOCÊ.
A IGNORÂNCIA Consome até o mais insuportável cansaço, A ESTUPIDEZ CANSA, A IDIOTICE CANSA, A MISÉRIA CANSA. TUDO QUE CANSA, EM MAIOR MEDIDA MATA.
Ainda vivemos um sistema de consumo da vida humana como estratégia econômica, portanto, somos escravas, e somos canibalizadas. Porém, hoje, a escravidão se apresenta em forma de submissão à exploração pelo sistema de "representação política". O sistema político acompanha o sistema econômico, cria as leis para a exploração, é a economia que define nossa condição.
MEU DEUS É MEU POVO.
Quero dizer, por favor, deixem de se comportar como escravas, existem pessoas que precisam viver como mulheres e homens livres, e nós somos o mesmo povo, submetido a leis impostas, nossas assinaturas tem o poder de decisão de uma pessoa, pois não existe "representação política" numa lei de iniciativa popular, portanto, nós precisamos de VOCÊ.
A IGNORÂNCIA Consome até o mais insuportável cansaço, A ESTUPIDEZ CANSA, A IDIOTICE CANSA, A MISÉRIA CANSA. TUDO QUE CANSA, EM MAIOR MEDIDA MATA.

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