Evolução Mestiça
We are all Palestine
We are all Croatia
We are Jewish
We are German
We are Chinese \
We are Japanese
We are all Mixed
We are all the Peoples of the World
We Are The Humanity
Please try to understand , you are daughters of our foremothers.
We Love Who We Are. Do you understand?
Are our sisters , they lack the indigenous part of this continent where I was born and live , come meet us.
https://drive.google.com/file/d/0B9zZSgYguE-rOGQtejlTZHdhcDg/view?pref=2&pli=1
A Paz é Mestiça, desde que aproxime os povos. Para os grupos que se acreditam exclusivos e excludentes, a exclusividade pode ser entendida como um etnocentrismo assassino, quero dizer, a crença numa superioridade bélica que produz violência econômica contra populações inferiores em armas, a violência econômica está, portanto, acompanhada de violência armada (policial) e/ou bélica.
Estamos desarticulando os mais pesados níveis de violência graças às novas condições para a comunicação. Mesmo que tenhamos muitas dificuldades para a comunicação contemporânea, é evidente que também temos cada vez mais recursos para ultrapassar essas dificuldades técnicas sobre a manipulação dos sistemas que estruturam as redes online.
Considerando a comunicação que desarticula a violência contra os povos, a expectativa é de que os grupos "exclusivos" - todos hipócritas e altamente miscigenados sob relações de escravidão humana - gradativamente assumam a mistura como condição para sua própria existência, desde sempre, e passem a eleger critérios menos assassinos para alguma exclusividade.
Temos a exceção dos Povos Autônomos das Florestas, que vivem em fuga pelas florestas das Amazônias, num esforço por afastar os "brancos" de si, ou seja, afastar esses modos de vida social, econômica, política, que, com certeza, esses Povos da Floresta consideram a mais temível expressão da monstruosidade humana. Podemos conhecer facilmente as narrativas indígenas que falam sobre o horror que produz/iu esse "jeito" de vida econômica, política e social importado às forças, basta procurar pelas histórias indígenas sobre o contato com os não-indígenas.
Isso não é uma apologia contra nossos antepassados dos impérios ocidentais e orientais, não, é apenas um esforço por reconhecer nossas limitações, porque esse modo de vida, como está, é contra a dignidade humana, especialmente no que diz respeito à violência armada e bélica contra os povos.
Paz Palestina! Paz Croácia!
Página no facebook https://www.facebook.com/Somos-Todas-Mesti%C3%A7as-588571187911305
Marcha Xingu Vivo
Plebiscito Mundial União Dos Povos Da Terra
Plebiscito Mundial: [ X ] NÃO Armas de Guerra [não estou conseguindo manter as marcações. a cada edição do texto é eliminada 1 marcação. parei de editar aki)
MARCHA XINGU VIVO - De 01.01.12 a 25.02.2012
#GlobalNoise #130 - Brasil
Juan Carlos Gil
Anna Arderiu
Global comunication of the Indignant- Comunicación global de lxs Indignadxs
Grupo principal da Marcha Xingu Vivo (2012 International Road to Dignity) - https://www.facebook.com/groups/314162665261638/
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A imagem que uso como capa, da minha parte, tem a intervenção com as palavras. O Brasil em vermelho é da imagem original, tentei colorir todo o continente com cores diversas, mas os recursos que tenho foram insuficientes. Esse mapa foi retirado do link [http://aprendendofisica.pro.br/alunos/index.php/1A-cp2-2010/mundi-politico-2102-2010-2-jpg] do livro "Geografias do mundo - Redes e fluxos" de Marcos e Diamantino, Editora FTD. Trata-se de um exercício proposto para estudantes do 9º ano, no qual estudantes adolescentes refletem sobre a importância da centralização geográfica de nossas próprias referências para orientarmos nossas relações com os povos de nosso mesmo planeta. Somos, em última, análise, mais de sete bilhões de referencias auto centradas para que possamos desenvolver relações de reciprocidade equitativa entre todos os povos do mundo

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